
fui à rua
bebi vento
engoli toda a poeira que circulava no ar
tive esperança
(num momento patético e desolado)
de que o rodopio trouxesse um aroma
breve ______ a ti
nada ______ pó ______ pó ______ sem mais nada
a não ser esta imparada saudade imensa
de ti ______ em mim
(saudade da fantasia. do nada que há a lembrar...)
tenho a ânsia ______ o intento ______ vem no vento ______
em vez do vento
em vez do vento
tens ______ um corpo
a saciar.
*
ResponderEliminarinvento
.......o vento
..............inventado
,
h)
*
enquanto a barca não vem...
ResponderEliminarfecho os olhos e lembro o cheiro de metade de mim...
fecho os olhos e vejo parte de mim...
enfim... sempre aquilo que gosto, porque nunca se sabe para onde a barca nos leva...
beijo
... não sei lidar muito bem com a saudade. Gostaria de não ficar tão presa a certos sabores, toques, olhares...
ResponderEliminare resistes
ResponderEliminare insistes
e não desistes
de te projectares
num tempo de ser - amor - a preto e branco
gosto.te de te ler
ali e aqui - longe ou perto
.
um beijo ,quemadre!
Obrigada pela visita e pela simpatia. :)
ResponderEliminarBjs
saudade da fantasia que anda perdida com o vento
ResponderEliminarÉ Teresa. O vento ateia realidades. A fantasia vem com a calmaria. Já não demora. :)
ResponderEliminarBjs
imensa "saudade da fantasia".
ResponderEliminarlindo texto.
eu que ando em saudades.
beijos
della
As saudades matam-se, Della.
ResponderEliminarAssim tudo o resto se "matasse"...
Bjs :)